Na Cozinha de Calcinha

Na cozinha de calcinha

segunda-feira, maio 26, 2014

Buenas, hoje estou começando uma categoria nova aqui no blog: Na Cozinha de Calcinha. Vou explicar. Não, eu não cozinho só de calcinha. Apesar dos pedidos do meu namorado, mas não. Na verdade, eu não cozinho at all. Porém, contudo, entretanto, tooo-da via sou daquelas que gosta de cozinhar. Ah, pois é... infelizmente não nasci com o dom. E por não ter nascido com o dom que eu tento, tento, tento, perco a paciência, vou dormir e tento mais um pouco até queimar as panelas...

Nessas minhas peripécias culinárias já fiz muitas estranhezas, por exemplo, uma vez tentei fazer um bolo de miojo. Sim, eu vi na Eliana e achei ô-má-xi-mo, pena que meus pais não pensaram o mesmo... ficou uma gororoba nojenta com gosto de meia suja, cor feia e ninguém comeu. Também já tentei fazer enroladinhos de salsinha com massa de pastel em formato de dedo. Era Dia das Bruxas, meu coração palpitou por não poder ir ás ruas fantasiada e achei que deveria fazer uns quitutes de Halloween... bullshit! Ficou ó uma bosta e, de novo, ninguém comeu...
Fora o meu mingau de maisena que, acompanhem o raciocínio: como eu não queria raspar a colher no fundo da panela pra não ficar aquelas bolinhas na colher, eu comecei a fazer o mingau e mexia só por cima, mas óbvio que o mingau não engrossava, já que a maisena estava toda no fundo. Então eu fui colocando mais e mais maisena, até que aquilo ficou uma massa de farinha de chocolate. A coisa mais nojenta que fiz, até o bolo de miojo, na minha vida. Coloquei tudo em uma sacola plástica, amarrei bem e deixei no lixo do vizinho para minha mãe não ver. Morri de fome nesse dia.

Onde quero chegar com isso é "de péssima cheff sou uma ótima degustadora". Só que isso está prestes a mudar, pois estou me esforçando afú na cozinha. Brunno sabe bem, já que comer minha massa duas vezes. Coisa que meu pai não aprova, já que vivemos no século XXI e na era dos congelados e minha mãe diz que tenho que aprender a fazer arroz. Essa é minha vida na cozinha, então o Na Cozinha de Calcinha vai trazer minhas peripécias culinárias e outras coisinhas sobre o assunto. Se liguem !

Filmes

Como eu perdi 2 horas da minha vida...

quinta-feira, maio 22, 2014

...e talvez mais algumas pesquisando sobre isso.

Domingo de noite: namorado com amiga fazendo trabalho da faculdade, primo do namorado dormindo e eu sem o que fazer no Facebook, sem o que fazer em casa, sem o que fazer da vida. Eis que tenho a "brilhante" ideia de assistir um filme na Netflix. O primeiro que me chamou a atenção foi 'A Mentira', filme que já tinha visto, mas queria ver novamente. OK, o filme acabou, o trabalho da faculdade não. Vamos ver outro filme. Passa, passa, passa... 'The Bling Ring'. Penso eu: "Poxa, é com a Emma e queria saber se o filme e bom e pá". PÁ! Tapa na minha cara quando o filme termina e vejo que duas horas se passaram com um filme bosta. Bosta é a palavra que usei para definir esse filme e essa definição continua.
— "Sorry, but I'm not sorry."
Depois da indignação de ter perdido meu tempo com essa coisa, na hora pensei em postar. Como não gosto de escrever sem saber, fui atrás de informações. No começo do filme dizia que era baseado em fatos reais, mas até aí não diz nada, já que 'Atividade Paranormal' também jura ser o.O Ironias à parte, de site em site, vi que realmente essa cambada de gente metida a rica existe sim, ok obrigada ! 


A tal Alexis Neiers e sua meia irmã Tess Taylor, na época, gravavam um reality show chamado Pretty Wild até a polícia bater na porta deles. Após saber que eles realmente existem e coisa e tal, o filme ganhou alguns pontos comigo, mas infelizmente tenho que deixar o meu descontentamento com a atuação da Emma. Ela não é mais a Hermione, ok, já entendi. Ela pode fazer o que quiser e virar um Macaulay Culkin da vida, mas poderia selecionar melhor essa escolha de personagens... Até a Taissa Farmiga que conheço de outros Carnavais parecia mais natural do que ela. Decepcionada aqui.

Enfim, essas duas horas se foram e não voltam, apenas minha cara pasma permanece intacta. Sinceramente esperava mais, ou outra coisa, não estou bem certa. Vejam o filme, avaliem vocês mesmos. Percam também duas horas de suas vidas só para me fazer companhia... cadê a solidariedade ?

Pessoal

Eu nunca...

sábado, maio 17, 2014


Eu nunca me abri 100% com ninguém. Não que eu não tenha tentado, mas acho que sempre falta alguma coisa, já que a conversa, para ser conversa tem que vir dos dois lados e dependendo de como ela flui, eu vou omitindo informações, guardando coisas para mim. Talvez eu tenha medo de dizer, talvez eu ache que ninguém vá entender ou talvez eu só não queira ser um livro muito aberto, cheio de orelhas e marcas de mão pelo uso frequente. Se manter nova também faz mistérios.

Eu nunca digo que amo meus pais. Eles sabem, eu sei. Não preciso dizer. Talvez precise, mas esse não é um hábito meu, não fui criada dessa maneira. Não chego em casa e dou um beijo em cada um deles. Dormimos na mesma casa, estamos sempre nos vendo acordar, comer e dormir. Esse tipo de carinho não faz parte da rotina.

Eu nunca sinto que choro aquilo que deveria. Sou chorona por natureza, mas mesmo assim a casa vez que isso acontece eu seguro. Choro baixinho e me escondo, porque não quero que ninguém veja. Já pensei que talvez seja porque minha mãe escondia o choro de mim, consciente ou não, mas eu sabia. Sinto a necessidade de ser forte, não sei explicar.

Eu nunca vou saber ao certo o que quero da vida. Já pensei e passei por muitas coisas que queria levar para vida toda, já quis ser veterinária, cantora ¬¬, já fiz técnico em Radiologia, curso enfermagem e ainda carrego a sonho do Teatro... vai saber, quem sabe eu seja tudo isso junto.

Eu nunca criei raízes em algum lugar. Me mudei algumas vezes, troquei de colégio várias vezes, me desfiz de amizades vezes demais. Sempre quis poder encher o peito e dizer que morei em algum lugar desde sempre, que conheço alguém a minha vida toda e esse tipo de coisas, mas não posso. Na minha relação passada era uma coisa que constantemente vinha à tona, que eu não tinha amigos... pode ser que ele esteja certo, talvez eu não tenha, talvez não exista uma pessoa que me conheça melhor que eu mesma. Meus amigos mais antigos moram a quilômetros de distância e depois de muitos anos, as coisas mudam... as pessoas mudam.
Uma vez li em algum blog, alguém que pensa desse jeito, que também sofreu muito com despedidas... pelo menos sei que não sou sozinha nesse aspecto. Pensando bem, acredito que é por isso que aprendi a me desapegar fácil, me adaptar fácil, a enjoar fácil....

Blogagem coletiva

Conselhos de mãe

domingo, maio 11, 2014

Essa postagem faz parte da Blogagem Coletiva do mês de maio do Rotaroots. Quer saber mais ? Quer participar ? Aqui.
Nesses 23 anos de vida, não passa um dia em que minha mãe não tenha me dado um conselho ou uma palavra amiga, que nem todas a vezes eu segui. Algumas são as mais puras bobagens, que seu cérebro materno acha que seria a coisa mais certa a se dizer no momento, mas não ! Fiquem aqui com as pérolas da dona Maria :)

Leva o guarda chuva !
Não vou carregar essa porcaria. Choveu e eu me molhei...

Ai filha, fica com o Anderson.
Não, mãe... Eca ! Ele é estranho...

Tu tem que me contar, sou sua mãe.
E daí ?

Vai lá e pede...
Tenho vergonha...

Liga mais tarde pra gente saber que tu ta bem.
Mãe, eu já vou voltar !

Filha, não namora um guri de bicicleta, arruma um que tenha carro...
Que feio isso, mãe !

Não deixa esse aparelho rolando pela casa, coloca isso na boca !
Tô comendo !

Leva o casaco !
~grunidos~

Arruma essa bagunça !
Depois...

Usa camisinha !
MÃE !?

Se eu fosse tu, cortava esse cabelo bem curtinho.
Jamais !

Na tua idade eu fazia várias loucuras... mas olha, essa blusa tá muito louca, tira !
Oi ??

Estuda !
Affe, tô estudando...

Isso, aproveita enquanto tu é jovem...
*-*

Pessoal

Coisas que me fazem feliz

sexta-feira, maio 09, 2014


Muitas coisas me fazem feliz, mas existe algumas em particular que me deixam com um bom humor sem igual e é sobre elas que vamos falar hoje. E abrindo os trabalhos...

COMER
Comer trás um barato sem igual, só quem é louco por comida, gordinho de espírito e por que não, de barriga, sabe como é a sensação de realização após abocanhar umas gostosuras aqui ou ali. Dependendo, pode vir acompanhada da culpa, mas isso é normal :D

DORMIR
Acredito que essa palavra se auto descreve, mas para quem não conhece esse sentimento, vou dizer: dormir é um ato de se entregar, deixa seu corpo ser o que ele foi feito para ser. Dormir é a coisa mais simples e mais prazerosa que existe. Deitar na cama fofinha depois de horas trabalhando ou estudando é se livrar dos pecados. E para os mais adeptos, dormir é simplesmente fechar os olhos (já que dormirmos em qualquer lugar).

DIA ENSOLARADO
Ah, um dia de sol... Nem sei como descrever a felicidade que sinto quando acordo e vejo aquele sol MA-RA batendo na minha cara. Sentir aquele calorzinho na pele, é... é... é... não sei dizer, é bom demais !

NAMORADO
Esse gordo barbudo aí muito me faz feliz. A gente briga, não se entende, não gostamos das mesmas saídas, eu choro muito, ele é muito distraído, mas eu amo tanto.

Essa postagem faz parte do Desafio 52 semanas.

Pessoal

Sobre frio e chuveiro gelado

segunda-feira, maio 05, 2014

Então, a época mais odiada pela pessoa que vos fala, bate a porta. Ai, o frio... Estava eu fazendo a postagem coletiva do Rotaroots desse mês, pensando nas coisas mais odiadas por mim e tão amadas por vocês e daí que bateu aquele conflitinho interno: cito o frio ou não ? Entre tantas coisas que eu não suporto, algumas citadas no post anterior e outras que achei que ia alongar muito o mesmo, passar frio é, para mim, uma coisa inadmissível.  Veja bem, nasci no verão, pleno fevereiro, Porto Alegre 40 graus cidade maravilha purgatório da beleza e do caos, sol bombando, gente linda e suada. Ora pois, eu fui gerada no quentinho, eu nasci no quentinho, eu fui amada no quentinho. Qualquer coisa cabível feita no frio é motivo para mau humor e cenho franzido. Quando vejo pessoas clamando o inverno, fazendo ode ao frio, enchendo a boca para dizer que vão ficar lindas nessa época do ano, eu faço orações ao bom velhinho que traga logo o Natal.

No inverno eu preciso colocar uma blusa de manga comprida e um casaco, se for ficar em casa. Se eu vou sair, essa casaco vira japona, acompanhada de uma manta e sapato beeem fechado. Então, eu saio toda encasacada, com os braços duros, e dependendo do dia, com duas calças e luvas, encarando um vento de 60km/h que deixa meus beiços em carne viva e eu em uma eterna gripe. Sem exageros. Somente nesse começo de outono já fiquei gripada duas vezes ! Quando achei que tinha me livrado, ela me esfaqueia pelas costas e vem dormir comigo. Maldita ! Deveria estar acostumada, já que são 23 anos de batalha, mas não. Não é como se eu me acostumasse a sofrer...


Outra coisa que vem de brinde, e notei que acontece só na minha casa, é o chuveiro frio. Nessa minha vida me mudei muito, morei em várias casas e a não ser quando morei com a minha vó, o chuveiro nunca esquentava. Pouco azar é brincadeira. Dizem que aquilo que tu mais odeia sempre te persegue, e é verdade. A saga do chuveiro é repetitiva e tem um conto novo a cada outono. Como esse ano não poderia ser diferente, lá está o bichinho no seu modo mais gelado. Minha mãe notou que tomo banho somente na casa do meu namorado, e aqui tem somente duas temperaturas, queima ou congela. Pelo menos tenho alguém que me socorra, pois eu juro por tudo que é mais sagrado: eu ficaria sem banho !
Antes que vocês achem que sou uma porca inconsequente, notem que eu estou desempregada, passo a maior parte do meu tempo debaixo das cobertas e o banho pode sim ser de gato. Não vou ver ninguém fedendo a asa, jamais !

Muitos não entendem quando eu durmo de cobertas até no verão, mas ser friorenta é um desafio. Ninguém pede para se arrepiar a cada vento que bate. Me sinto pisando em Marte for the first time, toda vez que consigo aguentar aquilo que, para pessoas normais, é agradável. É tipo uma dieta complicada: uma batalha e uma vitória por dia !

Blogagem coletiva

Todos amam, mas eu odeio

sexta-feira, maio 02, 2014

Essa postagem faz parte da Blogagem Coletiva de maio do Rotaroots. Um grupo de blogueiros enraizados relembrando o "old but gold" na blogosfera.
Se tem uma coisa legal é sair do padrão de não gostar do que todos gostam. Tenho o direito de não seguir a multidão e é exatamente isso que faço. Digam que é remar contra a maré, mas se todos gostassem da mesma coisa, não existiria a diversidade, sim ou claro ?

Comecemos com aquilo que mais odeio desde sempre: Futebol. Amo ser brasileira, mesmo, mas apesar disso, posso enumerar algumas coisas que me fazem ter vergonha dessa afirmação. A mais presente e que me faz bater o pé até cravar no chão é dizer que "somos o país do futebol". Gente, que orgulho besta ! As pessoas vão as estádios se matar, agredir os jogadores e uns aos outros. É uma competição que deixou de ser saudável a tempos. Outra coisa, estádios construídos com dinheiro que poderia ser utilizado em coisas mais urgentes, pensem nisso ! Pensem também no salário desses jogadores...


Apesar do meu amor por comida, meu cardápio é bem limitado, já que só como em geral bobagens, comida da mãe e mais bobagens. Sou fresca ao extremo. Por isso, eu odeio pudim. Não adianta. Antigamente eu curtia, mas só comia quando o meio estava beeem lisinho. Furinhos nem pensar. Daí para chegarmos a uma conclusão temos que avaliar: eu não como a parte de baixo, porque não ! Eu não como a parte de cima, mais escurinha, porque não ! Não gosto da calda, porque é nojenta ! E não como o meio se não estiver lisinho. Cheguei a melhor conclusão, que foi não comer pudim, assim quem gosta come tudo e a minha parte deixo para quem quiser aquele treco.

Outra coisa que eu O-DÊ-I-O é (rufem os tambores e não chorem meninas): Perfume. Ô coisa do demônio. Tinha que ser os malditos franceses fedidos para inventar outra coisa mais fedida ainda. Gente, naquela época ok, mas hoje existe chuveiro, sabonete, essas coisas. Poxa, meu namorado e eu acabamos de descer o cachorro e na entrada do prédio tinha uma tia com a perfume que senti de longe. Tão forte, mas tão forte, que - juro - ardeu meus olhos e senti aquela coisa na minha garganta. Para pessoas com bronquite e sinusite como eu, isso é veneno.

E por fim, mas não menos odiado: O Senhor dos Anéis. Gente, meu ódio por isso só não é maior que futebol. E antes de me julgarem, lembrem que eu tentei ver essa coisa e não foi uma vez só. Dormi em cada tentativa. Não sei o que me incomoda mais, se é aquela cara de sonso daquele Frodo besta, os seus pés cabeludos ou aquele blá blá bá sem fim que não entendi nada até os primeiros 45 min. de filme. Me perdoem fãs, mas não obrigada.

Sorvete de Girafa

Temos um Ateliêr de Amigurumis e outras peças super fofas. Vêm nos seguir!

Quote

"It's just a sparkle but it's enough to keep me going.
And when it's dark out, no one around, it keeps glowing!"
- PARAMORE -